domingo, 11 de maio de 2008

Desculpa...

Queria vir pedir desculpas aos meus leitores pela falta de posts no meu blog, mas o meu computador está como eu, roto e velho e por isso não tenho vindo à internet nem colocado mais comentários..

Não desanimem porque dentro em breve surgiram mais novidades..

beijocas para todos

terça-feira, 8 de abril de 2008

Hoje foi um dia triste..

Hoje fui me despedir de mais um familiar... Ainda há uns meses disse adeus a um amigo, hoje disse adeus a um primo..
Faleceu sábado vitima de complicações pulmonares, mas a causa principal foi o cancro do pulmão que há já muito tempo assombrava a vida.
O tabaco foi sempre um fiel amigo e desde sempre o alertámos que mais tarde ou mais cedo iria pagar a factura, ele nunca ligou até que um dia lhe diagnosticaram a doença e foi operado de urgência onde lhe retiraram um pulmão.. A partir daí já era tarde, o mal já estava feito, daí para a frente as melhorias foram poucas e desde o verão passada os internamentos foram frequentes.
Sábado entrou em coma e acabou por falecer domingo à tarde..
Hoje lá fui eu cheia de coragem despedir-me de ti.. O dia fez bem o seu papel, cinzento, chuvoso, frio condizente comigo...
Não tenho mais a dizer a não ser: Fica bem e não faças muitas traquinices onde estejas! Adeus...

terça-feira, 1 de abril de 2008

Mais um...



Terminei de ler um dos livros de José Rodrigues dos Santos, O Codex 632.. Muito bom, aconselho a todos!!! Para além de nos levar atrás no tempo, para a época dos descobrimentos, pincela ainda o romance de temas bem actuais. A meu ver uma boa opção de leitura..








Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou-se para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo.

Baseado em documentos históricos genuínos, O Codex 632 transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade.
«Tomás apercebeu-se de uma folha solta, duas linhas firmes, quatro palavras redigidas com inusitado cuidado, as letras rabiscadas em maiúsculas, pareciam rasgar o papel, a caligrafia revelando contornos obscuros, insinuantes, como se encerrasse uma arcaica fórmula mágica, criada por antigos druidas e esquecida na névoa dos séculos. Quase irreflectidamente, sem saber bem porquê, como se obedecesse a um velho instinto de historiador, aquele sexto sentido de rato de biblioteca habituado ao mofo poeirento dos velhos manuscritos, inclinou-se sobre a folha e cheirou-a; sentiu emergir dali um odor arcano, um aroma secreto, uma fragrância transportada por um mensageiro do tempo. Como um encantamento esotérico, que nada revela e tudo sugere, aquelas palavras indecifráveis exalavam o enigmático perfume do mistério.

MOLOC

NINUNDIA OMASTOOS»

quinta-feira, 20 de março de 2008

Acabei de ler...





Ontem terminei de ler outro livro de Joanne Harris "Vinho Mágico".. Não era o que eu estava há espera mas esperemos que venham outros melhores...



Em Vinho Mágico a história é-nos contada por uma garrafa de Fleurie 1962, um vinho vivo e tagarela, alegre e um pouco impertinente, com um acentuado sabor a amoras.

Jay Mackintosh, em tempos um escritor de sucesso, encontra-se em crise, leva uma vida sem sentido e entrega-se à bebida. Até ao dia em que abandona Londres e se instala em França, na aldeia de Lansquenet (a mesma aldeia que serviu de cenário a Chocolate, o primeiro romance de Joanne Harris). A partir daí a sua vida vai modificar-se, nomeadamente por acção da solitária Marise (que esconde um terrível segredo por detrás das persianas fechadas) e das recordações de Joe, um velho muito especial que conheceu na infância e que lhe ofereceu precisamente essa garrafa de propriedades invulgares e misteriosas...

Há muito tempo que não a ouvia....

sexta-feira, 7 de março de 2008

Sussurro...


A brisa pairou ligeira com um murmúrio inesperado, um arrepio expectante que nos fecha em nós próprio e nos faz sufocar.

O tempo parede castigador, prolonga o meu sofrimento salpicando de pequenas alegrias momentâneas.. Será isto ser feliz?? Afinal do que busco? O que quero?

Desperto do nada e acordo para tudo... Já cheguei ao destino...

Volto a pensar na vida amanhã, hoje já não tenho tempo..

Vou esperar novamente por esse sussurro, pode ser que amanhã me conte o seu segredo..

E bota a Baixo!!


Mais um livro que li numa semana... Tem de arranjar um acordo com a Fnac...
A minha última leitura foi Chocolate de Joanne Harris

O primeiro romance de Joanne Harris revela uma qualidade apreciável. O livro vive, e bem, do constante interlaçamento entre os cinco sentidos com especial destaque para o olfacto e o paladar. Vive também este livro do confronto entre o cristianismo e a cartomancia, entre uma igreja e uma chocolataria, entre um padre acompanhado por um rebanho sem ideias próprias e a dona da chocolataria com uma visão do mundo refrescante e original. Joanne Harris caracteriza de forma primorosa uma vila francesa que bem poderia ser portuguesa, com um provincianismo tacanho que podemos observar em várias vilas e até cidades do nosso 'rico' Portugal.