Pessoal, para quem quiser, ou tem curiosidade sobre a astrologia pode marcar uma consulta com o meu amigo Carlos Granés.
Pode ser uma ferramenta importante para quem conhecer um pouco de si mesmo...
Deixo aqui o link do site, bem como todas as informações para marcar uma consulta...
http://astrologias.wordpress.com/consultas-e-contactos/
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Amanhã novo trabalho
olá pessoal.
Queria só dizer que amanhã, segunda feira vou iniciar funções no Hospital da Luz no call center. Esta sexta feira fui à entrevista e ao final do dia tive a confirmação que tinha sido seleccionada e que começaria logo após o fim de semana.
Amanhã vai ser um dia de nervos pois aqueles que me conhecem sabem que não lido bem as mudanças.. mas enfim.. eu depois conto as novidades..
Beijocas
Queria só dizer que amanhã, segunda feira vou iniciar funções no Hospital da Luz no call center. Esta sexta feira fui à entrevista e ao final do dia tive a confirmação que tinha sido seleccionada e que começaria logo após o fim de semana.
Amanhã vai ser um dia de nervos pois aqueles que me conhecem sabem que não lido bem as mudanças.. mas enfim.. eu depois conto as novidades..
Beijocas
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
FAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Hoje fui a não sei quantos entrevista de emprego e já estou a chegar ao limite da insanidade.. Já referi tantas vezes os meus anteriores empregos e as minhas competências que já entro em piloto automático...
Isto de falar bem de mim é algo novo e não estou habituada...
Depois de ter saído da entrevista e ter falado ás pessoas mais próximas de como tinha corrido ligaram -me e era de uma empresa onde eu já estava na última fase de selecção...Ai que nervos... Atendi e do outro lado e depois da conversa do costume ouvi:
Oh Susana infelizmente não foi a candidata seleccionada...
F********
Tanto esforça para nicles... E agora??' Volta tudo ao mesmo.. mais entrevistas..
Estou Farta1!!!
Isto de falar bem de mim é algo novo e não estou habituada...
Depois de ter saído da entrevista e ter falado ás pessoas mais próximas de como tinha corrido ligaram -me e era de uma empresa onde eu já estava na última fase de selecção...Ai que nervos... Atendi e do outro lado e depois da conversa do costume ouvi:
Oh Susana infelizmente não foi a candidata seleccionada...
F********
Tanto esforça para nicles... E agora??' Volta tudo ao mesmo.. mais entrevistas..
Estou Farta1!!!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Onde estás?
Há um tempo que me pergunto por ti..
Onde andarás? Por alguma ruela perdido?
Ou no paraíso longe de mim?
A tua indiferença é um sinal que previa e notava a sua chegada
como quem ansiosamente espera a chuva que aí vem...
A noite começa o seu ritmo, tu poderás estar na "borga"
mas eu estou aqui...
Podes estar a dormir, mas eu estou aqui...
Podes já nem te lembrar de mim.. mas eu lembro-me de ti..
É assim a vida de quem já não tem esperança...
remoe o passado, lembra as memórias e chora o presente..
Esta sou eu, pincelada de dor e angústia,
aqui neste canto ...
Há um tempo que me pergunto por ti... mas talvez fosse melhor questionar-me por mim..
Por onde ando? Já que aqui não mora mais a vida..
Para onde vou? Já que aqui perdi o norte...
Porque estou aqui? Já que aqui o espaço tornou-se pequeno para nós...
Então deixem-me ir.. deixem me sorrir novamente nem que seja num breve instante, num suspiro... o derradeiro..
Afinal o que é feito de mim?
Onde andarás? Por alguma ruela perdido?
Ou no paraíso longe de mim?
A tua indiferença é um sinal que previa e notava a sua chegada
como quem ansiosamente espera a chuva que aí vem...
A noite começa o seu ritmo, tu poderás estar na "borga"
mas eu estou aqui...
Podes estar a dormir, mas eu estou aqui...
Podes já nem te lembrar de mim.. mas eu lembro-me de ti..
É assim a vida de quem já não tem esperança...
remoe o passado, lembra as memórias e chora o presente..
Esta sou eu, pincelada de dor e angústia,
aqui neste canto ...
Há um tempo que me pergunto por ti... mas talvez fosse melhor questionar-me por mim..
Por onde ando? Já que aqui não mora mais a vida..
Para onde vou? Já que aqui perdi o norte...
Porque estou aqui? Já que aqui o espaço tornou-se pequeno para nós...
Então deixem-me ir.. deixem me sorrir novamente nem que seja num breve instante, num suspiro... o derradeiro..
Afinal o que é feito de mim?
Que deprimente....
Ai os fins de semana são para esquecer, que seca... A minha casa para quem não sabe é um cubículo e quando resolvem todos ficar em casa é um horror, se alguém está na sala não posso ir para lá, se a minha irmã está no PC, tenho de ir para o quarto, se ela está no quarto tenho de ir para a sala....Ai que nervos.....!!!
Quem me derá ter um Palácio...
Quem me derá ter um Palácio...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Há quanto tempo...
Bem encontrei na net excertos de um filme que vi há tantos anos, o actor é Alvaro Vitali, italiano conhecido em Portugal como o João Broncas... Deixo -vos alguns excertos pois muitos também se devem lembrar...
Gostava de ver o filme... A Profecia Celestina
Filme baseado no formidável livro de James Redfield, A Profecia Celestina, Best-Seller que já vendeu 25 milhóes de cópias e MUDOU a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo.
Desse Best-Seller surge uma magnífica produção de Hollywood, um romance cheio de ação e revelações. No filme, o espectador mergulha na heróica missão do autor, em sua jornada espiritual rumo ao Peru, buscando compreender o significado contido em nove manuscritos.
Etiquetas:
Filmes,
Profecia Celestina
Para quem quer saber o que se passa em Lisboa
Deixo-vos aqui um site onde podem pesquisar algumas saidas em Lisboa...
http://www.agendalx.pt/cgi-bin/iportal_agendalx/index.html
http://www.agendalx.pt/cgi-bin/iportal_agendalx/index.html
Uma tarde como muitas
A tarde passava quieta, o céu azul lá longe mostrava a sua bravura ao lutar contra uma nuvens que teimavam em pintar de cinzento o céu da cidade. Na janela via entrar a luz algo preguiçosa, sem vontade, mas também sem lutar, simplesmente fazia o seu papel... Ela iluminava o meu teclado enquanto as minhas mãos frias escreviam palavras sem sentido num qualquer blog do mundo.
Procurei alguém como quem falar, mas o momento não era propício, não tinha novidades a dizer, nem histórias para contar..
Os dias são assim, pontuados por nuvens teimosas, um sol tímido, um telejornal que só fala na crise e na violência, uma telenovela que só fala de amores desfeitos... Enfim, para muitos isto é a vida, é com isto que temos de nos contentar.. Eu não creio, a vida deveria ser mais do que isto, muito mais do que isto, no entanto ela não está ao alcance de todos, mas sim de uma elite muito, mas muito exclusiva...
Procurei alguém como quem falar, mas o momento não era propício, não tinha novidades a dizer, nem histórias para contar..
Os dias são assim, pontuados por nuvens teimosas, um sol tímido, um telejornal que só fala na crise e na violência, uma telenovela que só fala de amores desfeitos... Enfim, para muitos isto é a vida, é com isto que temos de nos contentar.. Eu não creio, a vida deveria ser mais do que isto, muito mais do que isto, no entanto ela não está ao alcance de todos, mas sim de uma elite muito, mas muito exclusiva...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
...
O metro ia semi cheio, percorrendo os túneis que tão bem sabe.
Da janela observava a escuridão do túnel como se perpétuamente me ditasse o futuro, que aperto no peito eu senti pela tua ditadura. Ao fundo na carruagem duas raparigas conversavam, notava-se que eram amigas e uma delas desabafava com a outra sem se importar que outras pessoas pudessem ouvir. A sua voz era pesada um pouco desafinada, talvez da força que fazia para não chorar...
Que mal lhe acontecera para tão grande dor a invadir??? A amiga aflita tentava a acalmar com palavras, ela pressentia que a barreira estava quase a ceder. Percebia -se perfeitamente que aquela rapariga ia chorar à frente de toda a gente... Era uma premonição tão certa como o túnel negro que atravessávamos... O metro nunca mais chegava à sua estação final, insistia em correr, em andar, em perpetuar aquela dor, aquela leve transpiração, aquela angústia que pairava no ar..
Nisto de rompante a barreira cedeu... Olhei e a rapariga já não continha mais as lágrimas, não conseguiu esperar pelo final do túnel, não conseguiu esconder a sua dor.. Todos notámos que ela não teve vergonha porque não sabia que outra coisa fazer.. Olhavam para ela, há quem quisesse intervir mas não valia a pena, o murro já tinha cedido, ouvia-se soluçar, um certo gemido, ela sofria.. A amiga lá a abraçou e protegeu a sua face dos olhares alheios.
Finalmente o metro parou, já não fazia sentido continuar a andar, a última estação chegara e já o muro tinha cedido, por isso não fazia mais sentido... As pessoas foram saindo olhando de esguelha como se preocupados estivessem.. As amigas preparavam se para sair... Olhei nos olhos na rapariga que chorava, olhei novamente e a reconheci... Ah és tu??
Aquela rapariga era eu!!!
Da janela observava a escuridão do túnel como se perpétuamente me ditasse o futuro, que aperto no peito eu senti pela tua ditadura. Ao fundo na carruagem duas raparigas conversavam, notava-se que eram amigas e uma delas desabafava com a outra sem se importar que outras pessoas pudessem ouvir. A sua voz era pesada um pouco desafinada, talvez da força que fazia para não chorar...
Que mal lhe acontecera para tão grande dor a invadir??? A amiga aflita tentava a acalmar com palavras, ela pressentia que a barreira estava quase a ceder. Percebia -se perfeitamente que aquela rapariga ia chorar à frente de toda a gente... Era uma premonição tão certa como o túnel negro que atravessávamos... O metro nunca mais chegava à sua estação final, insistia em correr, em andar, em perpetuar aquela dor, aquela leve transpiração, aquela angústia que pairava no ar..
Nisto de rompante a barreira cedeu... Olhei e a rapariga já não continha mais as lágrimas, não conseguiu esperar pelo final do túnel, não conseguiu esconder a sua dor.. Todos notámos que ela não teve vergonha porque não sabia que outra coisa fazer.. Olhavam para ela, há quem quisesse intervir mas não valia a pena, o murro já tinha cedido, ouvia-se soluçar, um certo gemido, ela sofria.. A amiga lá a abraçou e protegeu a sua face dos olhares alheios.
Finalmente o metro parou, já não fazia sentido continuar a andar, a última estação chegara e já o muro tinha cedido, por isso não fazia mais sentido... As pessoas foram saindo olhando de esguelha como se preocupados estivessem.. As amigas preparavam se para sair... Olhei nos olhos na rapariga que chorava, olhei novamente e a reconheci... Ah és tu??
Aquela rapariga era eu!!!
sábado, 31 de janeiro de 2009
Obrigado Titosse
Titosse, agradeço a tua preocupação e obrigado por veres o meu blog, é sempre bom vermos que algumas pessoas vão seguindo o que fazemos...
Aqui deixo então a música que me deixaste.. Tens razão, ela reflecte muito bem a actualidade.
Obrigado Susana
Aqui deixo então a música que me deixaste.. Tens razão, ela reflecte muito bem a actualidade.
Obrigado Susana
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Estou a contar os dias...
Pessoal dia 4 de Fevereiro tenho uma sessão colectiva no Centro de Emprego..
UAU, estou mesmo entusiasmada, da outra vez foi tão bom!!!!
Teoricamente a sessão é para dar continuidade á resolução do meu problema....!!! Eles já avisaram que a sessão demora 4 horas (óptimo)... Por isso dia 4 ás 9h30 lembrem -se de mim a fazer papel de parva!!!!
Ps- papel de parva já é usual por isso não é assim muito grande a novidade....
UAU, estou mesmo entusiasmada, da outra vez foi tão bom!!!!
Teoricamente a sessão é para dar continuidade á resolução do meu problema....!!! Eles já avisaram que a sessão demora 4 horas (óptimo)... Por isso dia 4 ás 9h30 lembrem -se de mim a fazer papel de parva!!!!
Ps- papel de parva já é usual por isso não é assim muito grande a novidade....
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Para quem não conhece o Dr Brian Weiss

Para quem quer saber um pouco mais do Weiss deixo aqui mais informações:
Título: Muitas Vidas, Muitos Mestres - por Brian Weiss (relatos de regressões a vidas passadas)
Subtítulo: Editora Pergaminho
Descrição:
Aproveito o prefácio desta obra para suscitar o interesse para este livro do Dr. Brian Weiss, e para a sua obra em geral.
PrefácioSei que tudo acontece por uma razão. É possível que no momento em que ocorre um determinado acontecimento não tenhamos nem o discernimento nem a visão antecipada para compreendermos a razão, mas o tempo e a paciência encarregar-se-ão de nos esclarecer. Foi assim que tudo se passou com Catherine. Encontrei-a pela primeira vez em 1980, tinha ela vinte e sete anos. Viera ao meu consultório à procura de ajuda para a ansiedade, os ataques de pânico e a angústia que a dominavam. Embora esses sintomas se verificassem desde a sua infância, haviam-se tornado muito mais graves num passado recente. A medida que os dias iam passando, sentia-se cada vez mais paralisada e menos capaz de agir. Estava aterrorizada e compre-ensivelmente deprimida. Em contraste com o caos que nessa altura se verificava na vida dela, a minha corria da melhor maneira possível. Tinha um casamento estável, dois filhos ainda muito novos e uma carreira florescente. Desde o princípio que a minha vida sempre pareceu seguir um percurso sem obstáculos. Cresci num lar onde predominava o afecto. O sucesso académico veio facilmente e no segundo ano da universidade tomei a decisão de vir a ser psiquiatra. Em 1966 licenciei-me Phi Beta Kappa*, magna cum laude, na Universidade de Columbia em Nova Iorque. Segui então para a Escola de Medicina da Universidade de Yale e recebi o meu diploma de M.D.** em 1970. Depois de um internato no Centro de Medicina de Bellevue da Universidade de Nova Iorque, regressei a Yale para completar a minha especialização em Psiquiatria. Terminada esta, aceitei um lugar de professor na Universidade de Pittsburgh. Dois anos mais tarde mudei-me para a faculdade da Universidade de Miami, onde assumi o cargo de director do Departamento de Psicofarmacologia. * Sociedade honorífica, fundada em 1776, cujos membros vitalícios são escolhidos entre os estudantes universitários de maior distinção académica. ** M. D. - Doctor of Medicine (Medical Doctor). Foi aí que conquistei um nome nacionalmente reconhecido nos campos da psiquiatria biológica e do abuso de substâncias. Depois de quatro anos na universidade, fui promovido ao lugar de professor associado de Psiquiatria na Escola Médica e nomeado director de Psiquiatria num grande hospital de Miami, que estava ligado à universidade. Por essa altura já publicara trinta e sete artigos científicos e estudos sobre temas da minha especialidade. Anos de um estudo disciplinado haviam-me permitido treinar a mente como cientista e como médifo, conduzindo-me ao longo de estreitas veredas no conservadorismo da minha profissão. Desprezava tudo aquilo que não fosse passível de ser provado por métodos científicos tradicionais. Estava ao corrente de alguns estudos em parapsicologia que eram conduzidos em universidades de renome por todo o país, mas estes não me despertaram a mínima atenção. Parecia-me tudo demasiado rebuscado. Foi nessa época que conheci Catherine. Durante dezoito meses utilizei métodos convencionais para a ajudar a ultrapassar os seus sintomas. Ao chegar a um ponto em que parecia que nada funcionava, tentei a hipnose. Numa série de estados de transe, Catherine recordou memórias de «vidas passadas», que provaram ser os factores causais dos seus sintomas. Também demonstrava ser capaz de agir como receptor de informações de «entidades espirituais» altamente evoluídas, e através delas revelou muitos segredos de vida e de morte. Em meia dúzia de meses os seus sintomas desapareceram, tendo ela retomado a sua vida, mais feliz e mais em paz do que alguma vez estivera. Não havia nada na minha formação que me tivesse preparado para uma situação destas. Sentia-me absolutamente assombrado com o desenrolar destes acontecimentos. Não possuo qualquer explicação científica para aquilo que se passou. Ainda hoje existe um número infindo de coisas a respeito da mente humana que estão para lá da nossa compreensão. É possível que, sob hipnose, Catherine conseguisse concentrar-se na parte da sua mente subconsciente que armazenava memórias reais de vidas passadas, ou talvez tivesse deparado com aquilo que Carl Jung, psicanalista conceituado, designava por inconsciente colectivo, a fonte de energia que nos rodeia e contém as memórias de toda a raça humana. Os cientistas estão a começar a procurar essas respostas. Nós, como sociedade, temos muito a ganhar com a investigação sobre os mistérios da mente, da alma, da continuação da vida para além da morte, e da influência das experiências de vidas passadas no nosso comportamento actual. É óbvio, como se compreende, que as ramificações são ilimitadas, em especial nos campos da medicina, psiquiatria, teologia e filosofia. No entanto, a investigação cientificamente rigorosa neste campo ainda se encontra na sua infância. Têm sido dados grandes passos para desvendar a informação a este respeito, mas o processo é lento e depara com grande resistência por parte de cientistas e leigos com ideias análogas. Ao longo de toda a história, a humanidade sempre resistiu a mudanças e à aceitação de novas ideias. Os registos históricos estão repletos de exemplos. Quando Galileu descobriu as luas de Júpiter, os astrónomos da época recusaram aceitar a sua teoria ou até mesmo olhar para esses satélites, porque o facto de existirem entrava em conflito com as suas crenças. O mesmo se passa agora com psiquiatras e outros terapeutas, que recusam examinar e avaliar as provas consideráveis que têm sido reunidas sobre a sobrevivência após a morte corporal e sobre as memórias de vidas passadas. Os seus olhos continuam obstinadamente fechados. Este livro representa a minha modesta contribuição para a evolução da investigação no campo da parapsicologia, especialmente o ramo que lida com as nossas experiências antes do nascimento e depois da morte. Tudo aquilo que o leitor irá ler é verídico. Não acrescentei o que quer que fosse e eliminei apenas as partes que eram repetitivas. Modifiquei levemente a identidade de Catherine com o único objectivo de garantir a sua confidencialidade. Demorei quatro anos a escrever tudo aquilo que se passou, quatro anos para assumir o risco profissional de revelar esta informação não ortodoxa. Aconteceu-me de repente numa noite em que me encontrava debaixo do chuveiro - senti um impulso irreprimível de transcrever esta experiência para o papel. Tinha uma sensação muito forte de que era a altura exacta, de que não devia reter a informação por mais tempo. As lições que eu aprendera deviam ser partilhadas com os outros, já não podiam ser guardadas em privado. O conhecimento viera através de Catherine e agora teria de ser passado através de mim. Eu sabia que nenhuma consequência que viesse a enfrentar poderia ser mais devastadora do que o facto de não partilhar o conhecimento que adquirira sobre a imortalidade e o verdadeiro significado da vida. Saí rapidamente do chuveiro e sentei-me à secretária com o monte de fitas gravadas durante as sessões com Catherine. As primeiras horas da madrugada, recordei-me do meu velho avô de origem húngara que morrera quando eu ainda era um adolescente. Sempre que lhe dizia que sentia medo de correr um risco qualquer, encorajava-me carinhosamente repetindo a sua frase favorita em inglês: «Vat the hell», dizia, «vat the hell». [Para o diabo!]Brian Weiss
Título: Muitas Vidas, Muitos Mestres - por Brian Weiss (relatos de regressões a vidas passadas)
Subtítulo: Editora Pergaminho
Descrição:
Aproveito o prefácio desta obra para suscitar o interesse para este livro do Dr. Brian Weiss, e para a sua obra em geral.
PrefácioSei que tudo acontece por uma razão. É possível que no momento em que ocorre um determinado acontecimento não tenhamos nem o discernimento nem a visão antecipada para compreendermos a razão, mas o tempo e a paciência encarregar-se-ão de nos esclarecer. Foi assim que tudo se passou com Catherine. Encontrei-a pela primeira vez em 1980, tinha ela vinte e sete anos. Viera ao meu consultório à procura de ajuda para a ansiedade, os ataques de pânico e a angústia que a dominavam. Embora esses sintomas se verificassem desde a sua infância, haviam-se tornado muito mais graves num passado recente. A medida que os dias iam passando, sentia-se cada vez mais paralisada e menos capaz de agir. Estava aterrorizada e compre-ensivelmente deprimida. Em contraste com o caos que nessa altura se verificava na vida dela, a minha corria da melhor maneira possível. Tinha um casamento estável, dois filhos ainda muito novos e uma carreira florescente. Desde o princípio que a minha vida sempre pareceu seguir um percurso sem obstáculos. Cresci num lar onde predominava o afecto. O sucesso académico veio facilmente e no segundo ano da universidade tomei a decisão de vir a ser psiquiatra. Em 1966 licenciei-me Phi Beta Kappa*, magna cum laude, na Universidade de Columbia em Nova Iorque. Segui então para a Escola de Medicina da Universidade de Yale e recebi o meu diploma de M.D.** em 1970. Depois de um internato no Centro de Medicina de Bellevue da Universidade de Nova Iorque, regressei a Yale para completar a minha especialização em Psiquiatria. Terminada esta, aceitei um lugar de professor na Universidade de Pittsburgh. Dois anos mais tarde mudei-me para a faculdade da Universidade de Miami, onde assumi o cargo de director do Departamento de Psicofarmacologia. * Sociedade honorífica, fundada em 1776, cujos membros vitalícios são escolhidos entre os estudantes universitários de maior distinção académica. ** M. D. - Doctor of Medicine (Medical Doctor). Foi aí que conquistei um nome nacionalmente reconhecido nos campos da psiquiatria biológica e do abuso de substâncias. Depois de quatro anos na universidade, fui promovido ao lugar de professor associado de Psiquiatria na Escola Médica e nomeado director de Psiquiatria num grande hospital de Miami, que estava ligado à universidade. Por essa altura já publicara trinta e sete artigos científicos e estudos sobre temas da minha especialidade. Anos de um estudo disciplinado haviam-me permitido treinar a mente como cientista e como médifo, conduzindo-me ao longo de estreitas veredas no conservadorismo da minha profissão. Desprezava tudo aquilo que não fosse passível de ser provado por métodos científicos tradicionais. Estava ao corrente de alguns estudos em parapsicologia que eram conduzidos em universidades de renome por todo o país, mas estes não me despertaram a mínima atenção. Parecia-me tudo demasiado rebuscado. Foi nessa época que conheci Catherine. Durante dezoito meses utilizei métodos convencionais para a ajudar a ultrapassar os seus sintomas. Ao chegar a um ponto em que parecia que nada funcionava, tentei a hipnose. Numa série de estados de transe, Catherine recordou memórias de «vidas passadas», que provaram ser os factores causais dos seus sintomas. Também demonstrava ser capaz de agir como receptor de informações de «entidades espirituais» altamente evoluídas, e através delas revelou muitos segredos de vida e de morte. Em meia dúzia de meses os seus sintomas desapareceram, tendo ela retomado a sua vida, mais feliz e mais em paz do que alguma vez estivera. Não havia nada na minha formação que me tivesse preparado para uma situação destas. Sentia-me absolutamente assombrado com o desenrolar destes acontecimentos. Não possuo qualquer explicação científica para aquilo que se passou. Ainda hoje existe um número infindo de coisas a respeito da mente humana que estão para lá da nossa compreensão. É possível que, sob hipnose, Catherine conseguisse concentrar-se na parte da sua mente subconsciente que armazenava memórias reais de vidas passadas, ou talvez tivesse deparado com aquilo que Carl Jung, psicanalista conceituado, designava por inconsciente colectivo, a fonte de energia que nos rodeia e contém as memórias de toda a raça humana. Os cientistas estão a começar a procurar essas respostas. Nós, como sociedade, temos muito a ganhar com a investigação sobre os mistérios da mente, da alma, da continuação da vida para além da morte, e da influência das experiências de vidas passadas no nosso comportamento actual. É óbvio, como se compreende, que as ramificações são ilimitadas, em especial nos campos da medicina, psiquiatria, teologia e filosofia. No entanto, a investigação cientificamente rigorosa neste campo ainda se encontra na sua infância. Têm sido dados grandes passos para desvendar a informação a este respeito, mas o processo é lento e depara com grande resistência por parte de cientistas e leigos com ideias análogas. Ao longo de toda a história, a humanidade sempre resistiu a mudanças e à aceitação de novas ideias. Os registos históricos estão repletos de exemplos. Quando Galileu descobriu as luas de Júpiter, os astrónomos da época recusaram aceitar a sua teoria ou até mesmo olhar para esses satélites, porque o facto de existirem entrava em conflito com as suas crenças. O mesmo se passa agora com psiquiatras e outros terapeutas, que recusam examinar e avaliar as provas consideráveis que têm sido reunidas sobre a sobrevivência após a morte corporal e sobre as memórias de vidas passadas. Os seus olhos continuam obstinadamente fechados. Este livro representa a minha modesta contribuição para a evolução da investigação no campo da parapsicologia, especialmente o ramo que lida com as nossas experiências antes do nascimento e depois da morte. Tudo aquilo que o leitor irá ler é verídico. Não acrescentei o que quer que fosse e eliminei apenas as partes que eram repetitivas. Modifiquei levemente a identidade de Catherine com o único objectivo de garantir a sua confidencialidade. Demorei quatro anos a escrever tudo aquilo que se passou, quatro anos para assumir o risco profissional de revelar esta informação não ortodoxa. Aconteceu-me de repente numa noite em que me encontrava debaixo do chuveiro - senti um impulso irreprimível de transcrever esta experiência para o papel. Tinha uma sensação muito forte de que era a altura exacta, de que não devia reter a informação por mais tempo. As lições que eu aprendera deviam ser partilhadas com os outros, já não podiam ser guardadas em privado. O conhecimento viera através de Catherine e agora teria de ser passado através de mim. Eu sabia que nenhuma consequência que viesse a enfrentar poderia ser mais devastadora do que o facto de não partilhar o conhecimento que adquirira sobre a imortalidade e o verdadeiro significado da vida. Saí rapidamente do chuveiro e sentei-me à secretária com o monte de fitas gravadas durante as sessões com Catherine. As primeiras horas da madrugada, recordei-me do meu velho avô de origem húngara que morrera quando eu ainda era um adolescente. Sempre que lhe dizia que sentia medo de correr um risco qualquer, encorajava-me carinhosamente repetindo a sua frase favorita em inglês: «Vat the hell», dizia, «vat the hell». [Para o diabo!]Brian Weiss
Texto retirado de: http://www.transformar.interdinamica.pt/central/nlp/x16yv93w.htm
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