O abutre ansiava que a vitima desse o seu último suspiro para arrancar o primeiro pedaço de carne.
o cheira a morte pestilava o lugarejo como praga que cai certeira
Os olhos vidrados no passado mantinham a vida presa num pequeno pêndulo suspenso no ar...
Vai-te embora abutre, pois aqui ainda vou ficar...
terça-feira, 8 de junho de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Negrura
O quarto enegrecido pelo tempo mostrava a pequenez das coisas.
Eu contorcia os dedos e fechava os olhos na esperança de uma nova nova realidade surgir e eu vivesse outra história. O cheiro a humidade afogava as narinas e lembravam o meu berço. Cerrei novamente os olhos com força e senti o ódio que corria nas veias.
Eu contorcia os dedos e fechava os olhos na esperança de uma nova nova realidade surgir e eu vivesse outra história. O cheiro a humidade afogava as narinas e lembravam o meu berço. Cerrei novamente os olhos com força e senti o ódio que corria nas veias.
O sentimento de pequenez vive e fala por mim como se fosse dono. Muitas batalhas se travam para quê?
Para vivermos impregnados no que crescemos e vivermos acorrentados às teias de um bafio há muito carregado.
Arrumei as roupas e rogava pragas ao universo, torturava as mãos como um tique nervoso.
o urso que está na prateleira de cima tem um olhar triste como se pedisse para ser resgatado da negrura. Olhei para ele e fiz a boa acção do dia.. Abri o caixote e deitei-o fora.
Pelo menos alguém se salvou deste barco.
Para vivermos impregnados no que crescemos e vivermos acorrentados às teias de um bafio há muito carregado.
Arrumei as roupas e rogava pragas ao universo, torturava as mãos como um tique nervoso.
o urso que está na prateleira de cima tem um olhar triste como se pedisse para ser resgatado da negrura. Olhei para ele e fiz a boa acção do dia.. Abri o caixote e deitei-o fora.
Pelo menos alguém se salvou deste barco.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
A primavera ausente
A primavera ausente que se fazia sentir recordava-me a tua ausência como um estado febril que purga o corpo das maleitas do espírito.
Escrevias com afinco na mesa de madeira com a janela a fazer de miragem para os longos pensamentos que tinhas para o papel.
Desci as escadas e permaneci imóvel, na esperança de não te acordar desse estado e fazer a magia durar.
Ainda sentia o ar quente de beijos outrora trocados e o pulsar de mãos que penetravam nos corpos suados.
Senti o teu beijo e deixei-me levar pela paisagem da janela...
Lá fora o mundo decorria sem saber do mundo mágico que tinha descoberto.
Escrevias com afinco na mesa de madeira com a janela a fazer de miragem para os longos pensamentos que tinhas para o papel.
Desci as escadas e permaneci imóvel, na esperança de não te acordar desse estado e fazer a magia durar.
Ainda sentia o ar quente de beijos outrora trocados e o pulsar de mãos que penetravam nos corpos suados.
Senti o teu beijo e deixei-me levar pela paisagem da janela...
Lá fora o mundo decorria sem saber do mundo mágico que tinha descoberto.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
New life...
Olá amigos...
desculpem a ausência de noticias mas não tenho tido muito tempo para o mundo virtual, alias ele neste momento não tem muito sentido para mim..
Eu estou bem e novas revelações se fizeram...
Quem me viu e quem me ve... As cordas estão a sair ...
Para a proxima conto mais...
Besos..
desculpem a ausência de noticias mas não tenho tido muito tempo para o mundo virtual, alias ele neste momento não tem muito sentido para mim..
Eu estou bem e novas revelações se fizeram...
Quem me viu e quem me ve... As cordas estão a sair ...
Para a proxima conto mais...
Besos..
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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