A chuva pretensiosa caía com pequenas gotas de amor que invadiam a rua e o meu corpo...
Este ainda sentia o teu odor e sentia o quente que emanava na tua cama a chamar para mais uma investida.
O céu cinzento contrastava com a estação do ano mostrando que a natureza ainda encerra muitos mistérios. Assim como o teu coração encerra os desejos ardentes por mim, aos quais acedo pelos dedos das minhas mãos que percorrem o teu corpo, procurando tesouros escondidos.
Volto para trás, afinal ainda é cedo e a tua cama tem um fascinio ao qual não posso nem quero resistir...
domingo, 8 de agosto de 2010
O Espião de D. João II - Deana barroqueiro

Para ler:)
"O formidável Espião de D. João II possuía qualidades e talentos comparáveis aos de um James Bond e Indiana Jones, reunidos num só homem. A memória fotográfica, uma capacidade espantosa para aprender línguas, a arte do disfarce para assumir as mais diversas identidades, a mestria no manejo de todas as armas do seu tempo e, sobretudo, uma imensa coragem e espírito de sacrifício, aliados ao culto cavaleiresco da mulher e do amor que o fascinavam, fazem dele uma personagem histórica única e inspiradora.
El-rei D. João II escolhia-o para as missões mais secretas, certo que qualquer outro falharia. Talvez esse secretismo seja a razão do seu nome de família e do seu rosto terem ficado, para sempre, na penumbra.
Em 1487, Pêro da Covilhã foi enviado de Portugal, ao mesmo tempo que Bartolomeu Dias, a descobrir por terra, aquilo que o navegador ia demandar por mar: uma rota para as especiarias da Índia e notícias do encoberto Preste João.
Ao espião esperava-o uma longa peregrinação de cerca de seis anos pelas regiões do Mar Vermelho e costas do Índico até Calecut e, também, pela Pérsia, África Oriental, Arábia e Etiópia, descobrindo povos e culturas em lugares hostis, cujos costumes lhe eram completamente estranhos. Na pele de um enigmático mercador do Al- -Andalus, o Escudeiro-guerreiro do Príncipe Perfeito realizou proezas admiráveis que causaram espanto no mundo do seu tempo.
Neste romance fascinante, Deana Barroqueiro convida-nos a seguir o trilho de Pêro da Covilhã na sua fabulosa odisseia recheada de aventuras, amores, conquistas e descobertas inolvidáveis…"
Li este livro em 4 dias e é apaixonante, sobretudo pelo facto de ser suportado em factos reais.
Para saberem mais sobre a autora: http://deanabarroqueiro.blogspot.com/
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Para ler... Sapatos de Rebuçado Joanne Harris

Após ter abandonado a aldeia de Lansquenet-sur-Tannes, cenário de CHOCOLATE, Vianne Rocher procura refúgio e anonimato em Paris, onde, juntamente com as suas filhas Anouk e Rosette, vive uma vida pacífica, talvez até mesmo feliz, por cima da sua pequena loja de chocolates. Não há nada fora de comum que as destaque de todos os outros. A tempestade que caracterizava a sua vida parece ter acalmado... Pelo menos até ao momento em que Zozie de l’Alba, a mulher com sapatos de rebuçado, entra de rajada nas suas vidas e tudo começa a mudar…
Mas esta nova amizade não é o que parece ser. Impiedosa, retorcida e sedutora, Zozie de l’Alba tem os seus próprios planos – planos que vão despedaçar o mundo delas. E com tudo o que ama em jogo, Yanne encontra-se perante uma escolha difícil: fugir, tal como fez tantas outras vezes, ou confrontar o seu pior inimigo…
Ela própria.
Read more: http://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=4225#ixzz0vZnSoAXF
De volta ...
Olá pessoal
estou de volta após 3 semanas de férias :)
Praia, piscina, boa comida enfim muito bom
A ver se partilho com vocês as novidades...
estou de volta após 3 semanas de férias :)
Praia, piscina, boa comida enfim muito bom
A ver se partilho com vocês as novidades...
terça-feira, 8 de junho de 2010
Abutre...
O abutre ansiava que a vitima desse o seu último suspiro para arrancar o primeiro pedaço de carne.
o cheira a morte pestilava o lugarejo como praga que cai certeira
Os olhos vidrados no passado mantinham a vida presa num pequeno pêndulo suspenso no ar...
Vai-te embora abutre, pois aqui ainda vou ficar...
o cheira a morte pestilava o lugarejo como praga que cai certeira
Os olhos vidrados no passado mantinham a vida presa num pequeno pêndulo suspenso no ar...
Vai-te embora abutre, pois aqui ainda vou ficar...
terça-feira, 27 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Negrura
O quarto enegrecido pelo tempo mostrava a pequenez das coisas.
Eu contorcia os dedos e fechava os olhos na esperança de uma nova nova realidade surgir e eu vivesse outra história. O cheiro a humidade afogava as narinas e lembravam o meu berço. Cerrei novamente os olhos com força e senti o ódio que corria nas veias.
Eu contorcia os dedos e fechava os olhos na esperança de uma nova nova realidade surgir e eu vivesse outra história. O cheiro a humidade afogava as narinas e lembravam o meu berço. Cerrei novamente os olhos com força e senti o ódio que corria nas veias.
O sentimento de pequenez vive e fala por mim como se fosse dono. Muitas batalhas se travam para quê?
Para vivermos impregnados no que crescemos e vivermos acorrentados às teias de um bafio há muito carregado.
Arrumei as roupas e rogava pragas ao universo, torturava as mãos como um tique nervoso.
o urso que está na prateleira de cima tem um olhar triste como se pedisse para ser resgatado da negrura. Olhei para ele e fiz a boa acção do dia.. Abri o caixote e deitei-o fora.
Pelo menos alguém se salvou deste barco.
Para vivermos impregnados no que crescemos e vivermos acorrentados às teias de um bafio há muito carregado.
Arrumei as roupas e rogava pragas ao universo, torturava as mãos como um tique nervoso.
o urso que está na prateleira de cima tem um olhar triste como se pedisse para ser resgatado da negrura. Olhei para ele e fiz a boa acção do dia.. Abri o caixote e deitei-o fora.
Pelo menos alguém se salvou deste barco.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
A primavera ausente
A primavera ausente que se fazia sentir recordava-me a tua ausência como um estado febril que purga o corpo das maleitas do espírito.
Escrevias com afinco na mesa de madeira com a janela a fazer de miragem para os longos pensamentos que tinhas para o papel.
Desci as escadas e permaneci imóvel, na esperança de não te acordar desse estado e fazer a magia durar.
Ainda sentia o ar quente de beijos outrora trocados e o pulsar de mãos que penetravam nos corpos suados.
Senti o teu beijo e deixei-me levar pela paisagem da janela...
Lá fora o mundo decorria sem saber do mundo mágico que tinha descoberto.
Escrevias com afinco na mesa de madeira com a janela a fazer de miragem para os longos pensamentos que tinhas para o papel.
Desci as escadas e permaneci imóvel, na esperança de não te acordar desse estado e fazer a magia durar.
Ainda sentia o ar quente de beijos outrora trocados e o pulsar de mãos que penetravam nos corpos suados.
Senti o teu beijo e deixei-me levar pela paisagem da janela...
Lá fora o mundo decorria sem saber do mundo mágico que tinha descoberto.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
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