sábado, 31 de janeiro de 2009

Obrigado Titosse

Titosse, agradeço a tua preocupação e obrigado por veres o meu blog, é sempre bom vermos que algumas pessoas vão seguindo o que fazemos...
Aqui deixo então a música que me deixaste.. Tens razão, ela reflecte muito bem a actualidade.
Obrigado Susana

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Estou a contar os dias...

Pessoal dia 4 de Fevereiro tenho uma sessão colectiva no Centro de Emprego..
UAU, estou mesmo entusiasmada, da outra vez foi tão bom!!!!
Teoricamente a sessão é para dar continuidade á resolução do meu problema....!!! Eles já avisaram que a sessão demora 4 horas (óptimo)... Por isso dia 4 ás 9h30 lembrem -se de mim a fazer papel de parva!!!!

Ps- papel de parva já é usual por isso não é assim muito grande a novidade....

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Para quem não conhece o Dr Brian Weiss


Para quem quer saber um pouco mais do Weiss deixo aqui mais informações:

Título: Muitas Vidas, Muitos Mestres - por Brian Weiss (relatos de regressões a vidas passadas)
Subtítulo: Editora Pergaminho

Descrição:
Aproveito o prefácio desta obra para suscitar o interesse para este livro do Dr. Brian Weiss, e para a sua obra em geral.
PrefácioSei que tudo acontece por uma razão. É possível que no momento em que ocorre um determinado acontecimento não tenhamos nem o discernimento nem a visão antecipada para compreendermos a razão, mas o tempo e a paciência encarregar-se-ão de nos esclarecer. Foi assim que tudo se passou com Catherine. Encontrei-a pela primeira vez em 1980, tinha ela vinte e sete anos. Viera ao meu consultório à procura de ajuda para a ansiedade, os ataques de pânico e a angústia que a dominavam. Embora esses sintomas se verificassem desde a sua infância, haviam-se tornado muito mais graves num passado recente. A medida que os dias iam passando, sentia-se cada vez mais paralisada e menos capaz de agir. Estava aterrorizada e compre-ensivelmente deprimida. Em contraste com o caos que nessa altura se verificava na vida dela, a minha corria da melhor maneira possível. Tinha um casamento estável, dois filhos ainda muito novos e uma carreira florescente. Desde o princípio que a minha vida sempre pareceu seguir um percurso sem obstáculos. Cresci num lar onde predominava o afecto. O sucesso académico veio facilmente e no segundo ano da universidade tomei a decisão de vir a ser psiquiatra. Em 1966 licenciei-me Phi Beta Kappa*, magna cum laude, na Universidade de Columbia em Nova Iorque. Segui então para a Escola de Medicina da Universidade de Yale e recebi o meu diploma de M.D.** em 1970. Depois de um internato no Centro de Medicina de Bellevue da Universidade de Nova Iorque, regressei a Yale para completar a minha especialização em Psiquiatria. Terminada esta, aceitei um lugar de professor na Universidade de Pittsburgh. Dois anos mais tarde mudei-me para a faculdade da Universidade de Miami, onde assumi o cargo de director do Departamento de Psicofarmacologia. * Sociedade honorífica, fundada em 1776, cujos membros vitalícios são escolhidos entre os estudantes universitários de maior distinção académica. ** M. D. - Doctor of Medicine (Medical Doctor). Foi aí que conquistei um nome nacionalmente reconhecido nos campos da psiquiatria biológica e do abuso de substâncias. Depois de quatro anos na universidade, fui promovido ao lugar de professor associado de Psiquiatria na Escola Médica e nomeado director de Psiquiatria num grande hospital de Miami, que estava ligado à universidade. Por essa altura já publicara trinta e sete artigos científicos e estudos sobre temas da minha especialidade. Anos de um estudo disciplinado haviam-me permitido treinar a mente como cientista e como médifo, conduzindo-me ao longo de estreitas veredas no conservadorismo da minha profissão. Desprezava tudo aquilo que não fosse passível de ser provado por métodos científicos tradicionais. Estava ao corrente de alguns estudos em parapsicologia que eram conduzidos em universidades de renome por todo o país, mas estes não me despertaram a mínima atenção. Parecia-me tudo demasiado rebuscado. Foi nessa época que conheci Catherine. Durante dezoito meses utilizei métodos convencionais para a ajudar a ultrapassar os seus sintomas. Ao chegar a um ponto em que parecia que nada funcionava, tentei a hipnose. Numa série de estados de transe, Catherine recordou memórias de «vidas passadas», que provaram ser os factores causais dos seus sintomas. Também demonstrava ser capaz de agir como receptor de informações de «entidades espirituais» altamente evoluídas, e através delas revelou muitos segredos de vida e de morte. Em meia dúzia de meses os seus sintomas desapareceram, tendo ela retomado a sua vida, mais feliz e mais em paz do que alguma vez estivera. Não havia nada na minha formação que me tivesse preparado para uma situação destas. Sentia-me absolutamente assombrado com o desenrolar destes acontecimentos. Não possuo qualquer explicação científica para aquilo que se passou. Ainda hoje existe um número infindo de coisas a respeito da mente humana que estão para lá da nossa compreensão. É possível que, sob hipnose, Catherine conseguisse concentrar-se na parte da sua mente subconsciente que armazenava memórias reais de vidas passadas, ou talvez tivesse deparado com aquilo que Carl Jung, psicanalista conceituado, designava por inconsciente colectivo, a fonte de energia que nos rodeia e contém as memórias de toda a raça humana. Os cientistas estão a começar a procurar essas respostas. Nós, como sociedade, temos muito a ganhar com a investigação sobre os mistérios da mente, da alma, da continuação da vida para além da morte, e da influência das experiências de vidas passadas no nosso comportamento actual. É óbvio, como se compreende, que as ramificações são ilimitadas, em especial nos campos da medicina, psiquiatria, teologia e filosofia. No entanto, a investigação cientificamente rigorosa neste campo ainda se encontra na sua infância. Têm sido dados grandes passos para desvendar a informação a este respeito, mas o processo é lento e depara com grande resistência por parte de cientistas e leigos com ideias análogas. Ao longo de toda a história, a humanidade sempre resistiu a mudanças e à aceitação de novas ideias. Os registos históricos estão repletos de exemplos. Quando Galileu descobriu as luas de Júpiter, os astrónomos da época recusaram aceitar a sua teoria ou até mesmo olhar para esses satélites, porque o facto de existirem entrava em conflito com as suas crenças. O mesmo se passa agora com psiquiatras e outros terapeutas, que recusam examinar e avaliar as provas consideráveis que têm sido reunidas sobre a sobrevivência após a morte corporal e sobre as memórias de vidas passadas. Os seus olhos continuam obstinadamente fechados. Este livro representa a minha modesta contribuição para a evolução da investigação no campo da parapsicologia, especialmente o ramo que lida com as nossas experiências antes do nascimento e depois da morte. Tudo aquilo que o leitor irá ler é verídico. Não acrescentei o que quer que fosse e eliminei apenas as partes que eram repetitivas. Modifiquei levemente a identidade de Catherine com o único objectivo de garantir a sua confidencialidade. Demorei quatro anos a escrever tudo aquilo que se passou, quatro anos para assumir o risco profissional de revelar esta informação não ortodoxa. Aconteceu-me de repente numa noite em que me encontrava debaixo do chuveiro - senti um impulso irreprimível de transcrever esta experiência para o papel. Tinha uma sensação muito forte de que era a altura exacta, de que não devia reter a informação por mais tempo. As lições que eu aprendera deviam ser partilhadas com os outros, já não podiam ser guardadas em privado. O conhecimento viera através de Catherine e agora teria de ser passado através de mim. Eu sabia que nenhuma consequência que viesse a enfrentar poderia ser mais devastadora do que o facto de não partilhar o conhecimento que adquirira sobre a imortalidade e o verdadeiro significado da vida. Saí rapidamente do chuveiro e sentei-me à secretária com o monte de fitas gravadas durante as sessões com Catherine. As primeiras horas da madrugada, recordei-me do meu velho avô de origem húngara que morrera quando eu ainda era um adolescente. Sempre que lhe dizia que sentia medo de correr um risco qualquer, encorajava-me carinhosamente repetindo a sua frase favorita em inglês: «Vat the hell», dizia, «vat the hell». [Para o diabo!]Brian Weiss



Um dia memorável....


















Pessoal às vezes a vida nos reserva até surpresas agradáveis.
Para aqueles que me conhecem sabem que gosto muito do tema da reencarnação e que sou admiradora do trabalho do psiquiatra Dr. Brian Weiss, autor do livro "Muitas Vidas Muitos Mestres", ora hoje no Picoas Plaza ia estar o próprio Weiss, ás 18h30 minutos a falar um pouco do seu trabalho e daria autógrafos.
E quem estava lá, quem quem?????? EU!!!!!
Tenho de agradecer à minha querida e companheira destas temáticas a Maria João que me alertou para a vinda dele cá e lá fomos nós. Foi muito estimulante e ele é bastante acessível. Deixo aqui algumas das fotos que tirei. E só para dizer que com os nervos só consegui lhe dizer boa noite e parabéns em inglês e dei -lhe um super "passou bem" com um grande sorriso...
Só tive pena de ninguém me ter tirado uma foto.....
Mas para mim ficou a ideia de que por vezes até temos boas surpresas como esta, alguém que admiramos nas páginas de um livro e num instante toca- nos nas mãos....
beijos


















quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Dicas de Poupança...


Como estamos numa altura de apertar o cinto penso que é bom partilhar com vocês algumas dicas para se poupar alguns euros..

1. Anotar todos os gastos num papel:
Anotar todo o tipo de gastos que se tem ao longo do dia/semana. No final verificar que gastos desnecessários se fez ou que forma se pode reduzir certos custos. Não fazemos ideia do dinheiro que gastamos às vezes com coisas mínimas que não nos fazem falta, assim tendo escrito num papel temos consciência do mesmo e evitamos gastar mais do que necessário.

2. Levar o almoço para o trabalho: esta é óbvia, se contarmos o dinheiro que gastamos em lanches e almoços fora de casa apanhamos um susto. Se for possível levar o almoço ou até mesmo o lanche já ajuda a poupar alguns tostões.

3. Aproveitar opções de lazer gratuitos: por exemplo ver ofertas da junta de freguesia, pesquisar sites de grupos de teatro ou bandas ou então a opção mais simples reunir os amigos para um cinema em casa, cada semana um leva um filme!!!

4. Tenha só um banco: evitar ter várias contas pois os custos de manutenção podem fazer diferença e antes de optar por um verificar bem as opções da concorrência.

5. Listas de supermercado: fazer uma listinha de tudo o que precisa, e que realmente usa ou precisa... os olhos comem muito mais do que imaginamos

e por fim esta última que sigo e não vem nesta lista é : sempre que na carteira encontro moedas de 50 cêntimos para baixo ponho de parte, de vez em quando vou trocando e vou vendo que ao final de um tempo já compro um livro só com esse dinheiro...

Boa sorte...

Algumas dicas retiradas da Cosmopolita de Fev 2009

Para recordar...




Here Comes Your Man - Pixies

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Parabéns Xutos e Pontapés!!!


Faz hoje 30 anos que nos Alunos de Apolo os Xutos davam o seu primeiro concerto. Trinta anos depois continuam a encantar gerações: PARABÉNS






Imagem in:www.cm-portimao.pt/.../02010207_ptmCAPALG.htm

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009