domingo, 6 de julho de 2008

De volta...

Olá! Após uma grande ausência aqui no blog, estou de volta novamente.
O meu velho computador deu o berro e tive de fazer uma nova aquisição.

Brevemente espero ter novas novidades.

beijocas

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Força Fernanda


Há poucos dias fiquei a saber da dura luta de uma actriz que muito aprecio contra o cancro da mama... O que há uns anos foi uma cena de novela hoje é a dura realidade. Gabo -lhe a coragem, a força, a preserverança. Admirei a sua atitude de comunicar a sua luta primeiro como uma forma de respeito para com os seus admiradores mas também como um alerta para que a sua privacidade seja respeitada..
No entanto já fiquei impressiona com uma revista que já anda atrás dela para apanhar o momento em que aparecerá de cabelo rapado e que a persegue para obter a melhor tiragem...ACHO INDECENTE!!!!!! O meu dinheiro não levam...

Expresso aqui a minha repulsa e a minha admiração pela Fernanda..

domingo, 11 de maio de 2008

Para ver se me animo...

Desculpa...

Queria vir pedir desculpas aos meus leitores pela falta de posts no meu blog, mas o meu computador está como eu, roto e velho e por isso não tenho vindo à internet nem colocado mais comentários..

Não desanimem porque dentro em breve surgiram mais novidades..

beijocas para todos

terça-feira, 8 de abril de 2008

Hoje foi um dia triste..

Hoje fui me despedir de mais um familiar... Ainda há uns meses disse adeus a um amigo, hoje disse adeus a um primo..
Faleceu sábado vitima de complicações pulmonares, mas a causa principal foi o cancro do pulmão que há já muito tempo assombrava a vida.
O tabaco foi sempre um fiel amigo e desde sempre o alertámos que mais tarde ou mais cedo iria pagar a factura, ele nunca ligou até que um dia lhe diagnosticaram a doença e foi operado de urgência onde lhe retiraram um pulmão.. A partir daí já era tarde, o mal já estava feito, daí para a frente as melhorias foram poucas e desde o verão passada os internamentos foram frequentes.
Sábado entrou em coma e acabou por falecer domingo à tarde..
Hoje lá fui eu cheia de coragem despedir-me de ti.. O dia fez bem o seu papel, cinzento, chuvoso, frio condizente comigo...
Não tenho mais a dizer a não ser: Fica bem e não faças muitas traquinices onde estejas! Adeus...

terça-feira, 1 de abril de 2008

Mais um...



Terminei de ler um dos livros de José Rodrigues dos Santos, O Codex 632.. Muito bom, aconselho a todos!!! Para além de nos levar atrás no tempo, para a época dos descobrimentos, pincela ainda o romance de temas bem actuais. A meu ver uma boa opção de leitura..








Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou-se para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo.

Baseado em documentos históricos genuínos, O Codex 632 transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade.
«Tomás apercebeu-se de uma folha solta, duas linhas firmes, quatro palavras redigidas com inusitado cuidado, as letras rabiscadas em maiúsculas, pareciam rasgar o papel, a caligrafia revelando contornos obscuros, insinuantes, como se encerrasse uma arcaica fórmula mágica, criada por antigos druidas e esquecida na névoa dos séculos. Quase irreflectidamente, sem saber bem porquê, como se obedecesse a um velho instinto de historiador, aquele sexto sentido de rato de biblioteca habituado ao mofo poeirento dos velhos manuscritos, inclinou-se sobre a folha e cheirou-a; sentiu emergir dali um odor arcano, um aroma secreto, uma fragrância transportada por um mensageiro do tempo. Como um encantamento esotérico, que nada revela e tudo sugere, aquelas palavras indecifráveis exalavam o enigmático perfume do mistério.

MOLOC

NINUNDIA OMASTOOS»

quinta-feira, 20 de março de 2008

Acabei de ler...





Ontem terminei de ler outro livro de Joanne Harris "Vinho Mágico".. Não era o que eu estava há espera mas esperemos que venham outros melhores...



Em Vinho Mágico a história é-nos contada por uma garrafa de Fleurie 1962, um vinho vivo e tagarela, alegre e um pouco impertinente, com um acentuado sabor a amoras.

Jay Mackintosh, em tempos um escritor de sucesso, encontra-se em crise, leva uma vida sem sentido e entrega-se à bebida. Até ao dia em que abandona Londres e se instala em França, na aldeia de Lansquenet (a mesma aldeia que serviu de cenário a Chocolate, o primeiro romance de Joanne Harris). A partir daí a sua vida vai modificar-se, nomeadamente por acção da solitária Marise (que esconde um terrível segredo por detrás das persianas fechadas) e das recordações de Joe, um velho muito especial que conheceu na infância e que lhe ofereceu precisamente essa garrafa de propriedades invulgares e misteriosas...

Há muito tempo que não a ouvia....

sexta-feira, 7 de março de 2008

Sussurro...


A brisa pairou ligeira com um murmúrio inesperado, um arrepio expectante que nos fecha em nós próprio e nos faz sufocar.

O tempo parede castigador, prolonga o meu sofrimento salpicando de pequenas alegrias momentâneas.. Será isto ser feliz?? Afinal do que busco? O que quero?

Desperto do nada e acordo para tudo... Já cheguei ao destino...

Volto a pensar na vida amanhã, hoje já não tenho tempo..

Vou esperar novamente por esse sussurro, pode ser que amanhã me conte o seu segredo..

E bota a Baixo!!


Mais um livro que li numa semana... Tem de arranjar um acordo com a Fnac...
A minha última leitura foi Chocolate de Joanne Harris

O primeiro romance de Joanne Harris revela uma qualidade apreciável. O livro vive, e bem, do constante interlaçamento entre os cinco sentidos com especial destaque para o olfacto e o paladar. Vive também este livro do confronto entre o cristianismo e a cartomancia, entre uma igreja e uma chocolataria, entre um padre acompanhado por um rebanho sem ideias próprias e a dona da chocolataria com uma visão do mundo refrescante e original. Joanne Harris caracteriza de forma primorosa uma vila francesa que bem poderia ser portuguesa, com um provincianismo tacanho que podemos observar em várias vilas e até cidades do nosso 'rico' Portugal.