quinta-feira, 18 de junho de 2009

desculpa...

Hoje humilhei-te, não fiz por mal,
o meu coração não quer saber de nada, nem de ninguém,
e muito menos de ti.
Querias me conhecer, entrar na minha vida,
mas que sabes tu de mim?
vês-me todo os dias dez minutos e achas que é suficiente?
ai pensas?
então já estou a ver...
Ainda não levaste as cabeçadas como eu...
hoje aprendeste a primeira lição:
quando se quer estar só, a própria energia que emanamos,
é como uma barreira, impenetrável que nada deixa entrar..
De quantas barreiras precisas?
Desculpa a franqueza, mas com tanta gente, todos os dias e o teu olhar procurava o meu, e o meu olha o infinito sem ver nada, no entanto a ver tudo...
Eu sou com um barco, já levei muitas ondas, passei tempestades, conheci as calmarias, mas sempre na ideia de que a calma é bastante provisória.
E querias tu meter-te comigo?
Põe-te no teu caminho rapaz, sai do fogo,
senão não te queixes da tempestade..
houve quem tentou domar estes mares, mas quem disse que era possível?
Esse barco naufragou, eu tentei lançar uma bóia mas nem todos os barcos têm salvação...
Por isso rapaz, passa ao lado,
foge de mim, pois quem procura tempestades ou quer sofrer ou ainda não sofreu...
Fiz o meu aviso.. os portos estão encerrados, não há mais bóias para salvar..
Por isso rapaz... Passa ao lado....
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